O vice-líder da oposição na Assembleia Legislativa do Maranhão, Rubens Pereira Júnior (PCdoB), denunciou na tribuna do parlamento maranhense a falta de parceria institucional do governo do estado com a classe política. Rubens afirmou que as buscas de parcerias feitas pelo governo estadual, através da governadora Roseana Sarney (PMDB), funcionam como tentativas de “cooptação política”.
Em discurso feito na manhã desta terça (20), o deputado do PCdoB demonstrou que o governo do estado não faz parcerias institucionais, mas usa o poder do governo do estado como instrumento para fazer cooptação política de prefeitos, vereadores e deputados.
Rubens Pereira Júnior denunciou práticas pouco republicanas na condução da distribuição de emendas parlamentares aos 42 deputados estaduais. Segundo o deputado, o governo deixa de beneficiar a população do estado por diferenças políticas.
Como exemplo, o deputado do PCdoB afirmou que uma emenda parlamentar de sua autoria que destinava R$ 100 mil para o Instituto Maranhense de Oncologia Aldenora Belo, que já teve parte de seu atendimento suspenso por falta de repasse de verbas.
Outra proposta do deputado de oposição foi a destinação de emendas parlamentares à promoção dos direitos humanos no Maranhão, através da destinação de R$ 100 mil para a Sociedade Maranhense de Direitos Humanos. Nenhuma das duas emendas foi concretizada pelo governo do estado.
Depois do pronunciamento, Rubens Júnior comunicou a seus eleitores e seguidores no twitter o protesto feito na Assembleia Legislativa. “Governadora, vamos fazer uma parceria institucional com os deputados de oposição? Pague nossas emendas,” disse o deputado por meio de sua página oficial no microblog Twitter (www.twitter.com/rubenspereirajr).
Da Redação Vermelho / Maranhão
21 de novembro de 2012
20 de novembro de 2012
Do Blog do Klamt: 'Roseana não se emenda'
O deputado Rubens Jr. apontou, atirou e acertou na moleira dos deputados governistas, deixando todos sem sincronia na defesa do governo Roseana Sarney. Para completar a lambança, os deputados Marcelo Tavares, Bira do Pindaré e Cleide Coutinho ajudaram a moer o plenário com o fato de nunca haver respeito ao legislativo pelo executivo estadual. O presidente Melo sempre invisível, como a chefa gosta.
Mais desnorteados ficaram os governistas quando os parlamentares comunistas e socialistas resgataram a história das emendas para
a indicação pelos deputados estaduais, contando quem recebeu. Criada no governo Lobão, extinta nos dois primeiros governos da Roseana, desenterrada no governo do Zé Reinaldo e mantida nos governos do Lago e nos dois últimos da Sarney.
O mais assombrado era César Pires com medo de tirarem o esqueleto do finado prefeito Ita da tumba. O Tatá Milhomem saboreando a maldade da oposição, o Manoel Ribeiro transtornado com a possibilidade de mexerem no passado das suas emendas e o chato do Roberto Costa querendo botar a melancia na cabeça. O Bacelar miúdo e quase mudo.
Fica evidente a perseguição pessoal e institucional da Roseana aos da oposição, quando não extingue o direito de indicar deixa de pagar as emendas. Com o agravante do Lobão, Lago e Tavares sempre prestigiarem os deputados do contra o governo.
Fonte: Blog do Klamt
Mais desnorteados ficaram os governistas quando os parlamentares comunistas e socialistas resgataram a história das emendas para
a indicação pelos deputados estaduais, contando quem recebeu. Criada no governo Lobão, extinta nos dois primeiros governos da Roseana, desenterrada no governo do Zé Reinaldo e mantida nos governos do Lago e nos dois últimos da Sarney.
O mais assombrado era César Pires com medo de tirarem o esqueleto do finado prefeito Ita da tumba. O Tatá Milhomem saboreando a maldade da oposição, o Manoel Ribeiro transtornado com a possibilidade de mexerem no passado das suas emendas e o chato do Roberto Costa querendo botar a melancia na cabeça. O Bacelar miúdo e quase mudo.
Fica evidente a perseguição pessoal e institucional da Roseana aos da oposição, quando não extingue o direito de indicar deixa de pagar as emendas. Com o agravante do Lobão, Lago e Tavares sempre prestigiarem os deputados do contra o governo.
Fonte: Blog do Klamt
Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão completa hoje 87 anos de fundação e realiza solenidade
O Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão – IHGM, realiza hoje Sessão Magna de comemoração dos 87 anos de fundação.
A solenidade acontece às 18:00h, no Salão Nobre do IHGM, na rua Santa Rita, 230, Edifício Professor Antônio Rayol, Centro de São Luís.
A presidenta Telma Bonifácio preside o instituto com o vice, o professor de História Euges Lima, e que completa hoje 87 anos.
Fundado em 20 de Novembro de 1925 é conhecida como “A Casa de Antônio Lopes” e reúne cerca de 60 confrades distribuídos entre personalidades, professores, estudiosos, escritores, jornalistas, médicos, advogados compõem o corpo da confraria do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão.
A solenidade acontece às 18:00h, no Salão Nobre do IHGM, na rua Santa Rita, 230, Edifício Professor Antônio Rayol, Centro de São Luís.
A presidenta Telma Bonifácio preside o instituto com o vice, o professor de História Euges Lima, e que completa hoje 87 anos.
Fundado em 20 de Novembro de 1925 é conhecida como “A Casa de Antônio Lopes” e reúne cerca de 60 confrades distribuídos entre personalidades, professores, estudiosos, escritores, jornalistas, médicos, advogados compõem o corpo da confraria do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão.
19 de novembro de 2012
Tribunal de Justiça do Maranhão paga salários de servidores hoje (20)
O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) começa a pagar nesta terça-feira (20), os salários de novembro a cerca de 6 mil servidores do Poder Judiciário.
Pelo 12º mês consecutivo, desde o início da gestão do presidente Guerreiro Júnior, eles irão receber vencimentos em data anterior ao pagamento do Executivo e Legislativo.
A manutenção dessa periodicidade é possível porque o repasse de recursos orçamentários da Secretaria de Planejamento ao Judiciário ocorre sempre no dia 20 de cada mês. Para garantir o pagamento antecipado, Guerreiro Júnior eliminou a aplicação dos recursos no mercado financeiro.
Por determinação do presidente, a Diretoria Financeira do Tribunal já trabalha no cronograma triplo de pagamentos de dezembro: no dia 5 será pago o décimo terceiro; no dia 15 a Gratificação por Produtividade Judiciária (GPJ); e no dia 20 o salário daquele mês – antes, portanto, do Natal.
Os funcionários do Judiciário vão entrar no Ano-Novo com vantagens em dois benefícios.
A partir de janeiro o Auxílio Alimentação subirá de R$ 462,00 para R$ 726,00. O Auxílio Saúde será de valor igual ao desembolsado pelo beneficiário até o limite máximo de R$ 300,00. O atual é de R$ 250,00. O auxílio livro (para magistrados) será reajustado de R$ 800,00 para R$ 1.000,00.
Guerreiro Júnior informou as conquistas em outubro, durante festa do Judiciário em comemoração ao Dia do Servidor Público.
Presidente do Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do Maranhão (Sindjus), Aníbal Lins, disse que as melhorias foram recebidas com alegria pela entidade.
Fonte: TJ Maranhão
Pelo 12º mês consecutivo, desde o início da gestão do presidente Guerreiro Júnior, eles irão receber vencimentos em data anterior ao pagamento do Executivo e Legislativo.
A manutenção dessa periodicidade é possível porque o repasse de recursos orçamentários da Secretaria de Planejamento ao Judiciário ocorre sempre no dia 20 de cada mês. Para garantir o pagamento antecipado, Guerreiro Júnior eliminou a aplicação dos recursos no mercado financeiro.
Por determinação do presidente, a Diretoria Financeira do Tribunal já trabalha no cronograma triplo de pagamentos de dezembro: no dia 5 será pago o décimo terceiro; no dia 15 a Gratificação por Produtividade Judiciária (GPJ); e no dia 20 o salário daquele mês – antes, portanto, do Natal.
Os funcionários do Judiciário vão entrar no Ano-Novo com vantagens em dois benefícios.
A partir de janeiro o Auxílio Alimentação subirá de R$ 462,00 para R$ 726,00. O Auxílio Saúde será de valor igual ao desembolsado pelo beneficiário até o limite máximo de R$ 300,00. O atual é de R$ 250,00. O auxílio livro (para magistrados) será reajustado de R$ 800,00 para R$ 1.000,00.
Guerreiro Júnior informou as conquistas em outubro, durante festa do Judiciário em comemoração ao Dia do Servidor Público.
Presidente do Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do Maranhão (Sindjus), Aníbal Lins, disse que as melhorias foram recebidas com alegria pela entidade.
Fonte: TJ Maranhão
Oligarquia espanca Edivaldo diariamente em desespero com possível vitória de Flávio Dino ao governo em 2014
Definitivamente a oligarquia perdeu a cabeça e demonstra bem o que vem por aí a partir de janeiro de 2013. Aliás, desde já.
Os ataques a Edivaldo são feitos de maneira orquestrada e a três por quatro.
Insistem numa tese de que Edivaldo é manipulado por Flávio Dino e outros 'vilões'.
Agora pense você se um jovem como Edivaldo Holanda Júnior, Deputado Federal, que conseguiu derrotar duas máquinas poderosíssimas, numa eleição em que se venceu nos dois turnos as máquinas da prefeitura e do estado ao mesmo tempo, unidas para derrotar o projeto Edivaldo/Roberto/Dino, não teria capacidade para pensar a unidade de seu próprio grupo político.
A ideia de derrotar o candidato petecista teria como fim tático a derrota de Flávio Dino, ou pelo menos seu enfraquecimento, diante de seus intentos cada vez amis ousados no caminho para sua candidatura ao governo do estado em 2014.
Um dos blogueiros do grupo, talvez o mais açodado no momento, de todos, chega a dizer insistentemente que o prefeito eleito seria um “incapaz politicamente”.
Francamente, isso é maneira de tratar lideranças como o novo ptefeito eleito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior ou mesmo o Presidente da Embratur, Flávio Dino, jovens que lideram ampla frente democráti e patriótica no estado contra uma das últimas oligarquias existentes no Brasil. É muita dor de cotovelo.
É sabido que a divisãodo adversário é tática antiga na política. O que fazem as cobras no ‘tempo da política’: dividem o adversário, unem os aliados possíveis e vão para a eleição.
Dividir adversário em eleição é tática velha e surrada. Tem dado certo em alguns casos, em outros não.
Em São Luís Edivaldo tem depositado toda a sua habilidade política para construir um governo de coalizão que represente esse novo momento da vida política na capital do estado e que mantenha unido o grupo que corre para eleger Dino Governador do eatado em 2014.
Edivaldo e todas as forças que o apoiaram em 2012 estão convictas dessa missão
e é evidente que isso tem tirado o sono do senador amapaense.
Não é só o processo de cassação, mas a ‘cassação’ pelo voto popular é o que mete medo de verdade na oligarquia.
E à frente desse projeto encaixam-se perfeitamente Edivaldo e Flávio Dino, além de Roberto Rocha e outros tantos.
A eles resta agredir. Agridem, jogam uns contra os outros, tentam de todas formas rachar a frente que se forma em apoio a Flávio Dino.
Os ataques a Edivaldo são feitos de maneira orquestrada e a três por quatro.
Insistem numa tese de que Edivaldo é manipulado por Flávio Dino e outros 'vilões'.
Agora pense você se um jovem como Edivaldo Holanda Júnior, Deputado Federal, que conseguiu derrotar duas máquinas poderosíssimas, numa eleição em que se venceu nos dois turnos as máquinas da prefeitura e do estado ao mesmo tempo, unidas para derrotar o projeto Edivaldo/Roberto/Dino, não teria capacidade para pensar a unidade de seu próprio grupo político.
A ideia de derrotar o candidato petecista teria como fim tático a derrota de Flávio Dino, ou pelo menos seu enfraquecimento, diante de seus intentos cada vez amis ousados no caminho para sua candidatura ao governo do estado em 2014.
Um dos blogueiros do grupo, talvez o mais açodado no momento, de todos, chega a dizer insistentemente que o prefeito eleito seria um “incapaz politicamente”.
Francamente, isso é maneira de tratar lideranças como o novo ptefeito eleito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior ou mesmo o Presidente da Embratur, Flávio Dino, jovens que lideram ampla frente democráti e patriótica no estado contra uma das últimas oligarquias existentes no Brasil. É muita dor de cotovelo.
É sabido que a divisãodo adversário é tática antiga na política. O que fazem as cobras no ‘tempo da política’: dividem o adversário, unem os aliados possíveis e vão para a eleição.
Dividir adversário em eleição é tática velha e surrada. Tem dado certo em alguns casos, em outros não.
Em São Luís Edivaldo tem depositado toda a sua habilidade política para construir um governo de coalizão que represente esse novo momento da vida política na capital do estado e que mantenha unido o grupo que corre para eleger Dino Governador do eatado em 2014.
Edivaldo e todas as forças que o apoiaram em 2012 estão convictas dessa missão
e é evidente que isso tem tirado o sono do senador amapaense.
Não é só o processo de cassação, mas a ‘cassação’ pelo voto popular é o que mete medo de verdade na oligarquia.
E à frente desse projeto encaixam-se perfeitamente Edivaldo e Flávio Dino, além de Roberto Rocha e outros tantos.
A eles resta agredir. Agridem, jogam uns contra os outros, tentam de todas formas rachar a frente que se forma em apoio a Flávio Dino.
Holanda Júnior não comparece a encontro de prefeitos em que Roseana monta circo para novos gestores discutirem programas do Governo Federal, comprar ‘pickps’ hilux e ungir Luís Fernando candidato do grupo Sarney ao governo em 2014
O encontro de prefeitos que o Secretário Luís Fernando construiu e que acontece hoje aqui em São Luís é parte da estratégia de pré-campanha ao governo do estado em 2014 pensada pelo grupo que está no poder.
Como se sabe Luís Fernando, mesmo a contra gosto do Senador Edson Lobão e de outros poderosos, é o candidato de Roseana ao Governo do estado e do Grupo liderado pelo senador José Sarney.
Até aqui nada de novo pois tudo isso já é público na medida do possível.
Será um daqueles encontros de trabalho em que a puta principal é como garantir a eleição do Secretario Chefe da Casa Civil do gov ernop Roseana governador.
Um encontro em que além de vendedores de pickps Hillux tão luxuosas que preços podem chegar a R$ 200.000,00 e corretores de imóveis vendendo apartamentos milionários na Penísula da Ponta D’Areia, tem-se também a presença de prefeitos de primeira viagem, ainda envaidecidos com a perspectiva de poder adquirida após a eleição, mas muito frágeis politicamente.
Na prática é um encontro usado pelo governo para apresentar novos programas e supostos caminhos para se conseguir acesso aos programas e vultosos recursos financeiros para as prefeituras.
Evidentemente que são programas e recursos do Governo Federal.
É verdade. O governo do estado não tem nada a apresentar aos prefeitos do ponto de vista de criação própria, da terra.
O Maranhão inteiro está perguntando o que teria a dizer o Secretário Luís Fernando aos prefeitos eleitos e reeleitos?
Deverá apresentar sua ‘criatividade’ quando fora prefeito de São José de Ribamar, onde se destacou a partir do sucesso dos programas criados e desenvolvidos nos municípios pelo governo federal? Tática, aliás, falada a três por quatro pelo ex-presidente Lula quando dizia em comícios até que “no Brasil tem muito prefeito esperto que usa as obras do governo federal para se beneficiar politicamente mas não diz que a obra é do governo federal.”.
Aliás, desde que entrou na Casa Civil do Governo Roseana, Luís Fernando vem sendo ungido como ‘o’ candidato do grupo. Tido como 'técnico', entrou em rota de colisão com o Senador Edson Lobão, hoje também Ministro de Minas e Energia do governo Dilma.
Sempre dispondo da a logística do Governo, Luís Fenando Luís Fernando tem realizado eventos regionais com a presença de lideranças e prefeitos que monitoram as demandas do estado e planejam as ações inclusive políticas a partir desses dados.
Quando perguntado sobre declarações recentes da governadora sobre ser ele o candidato ao governo do grupo, Luís Fernando desconversa como se não quisesse comprometer o trabalho, embora supostamente soubesse de tudo.
Aqui, Fernando opera ao lado do Articulador Político do Governo, Hildo Rocha, candidatíssimo a Deputado Federal, como corre nos corredores do Palácio. E atuam, os dois, constituindo e reforçando grupo restrito onde só entra quem compõe o estreito círculo de amizades do Chefe da Casa Civil.
O que dirá Roseana aos prefeitos, então, nem se fala.
Sobretudo pelo desânimo da governadora que como dizem é por conta do processor de cassação que se aproxima e em consequência do reconhecido fracasso de muitos enpreendimentos e investimentos até então anunciados e disseminados pelo governo e sua mídia de maneira até enganosa, pois nada que fora dito até o momento vem sendo cumprido, muito menos como o prometido no período eleitoral.
Roseana deve expor as ‘oportunidades’ de investimentos para o Maranhão.
Detalhe: sempre na casa dos $$$ bilhões $$$. É uma marca do grupo já bastante conhecido dos maranhenses que é apresentar seus planos sempre por meio de grandes projetos, com grandes somas e grandes oportunidades, sobretudo para os empresários. Na prática, nada funciona e no fim é cada um por si e deus por todos.
Nesse ponto aposto que deverá ser reforçado em apreentação do ‘empolgado’ e sempre disponível Secretário de Indústria e Comércio do Estado, o ex-funcionário da ALUMAR, Maurício Macedo.
O artigo do Presidente da Embratur Flávio Dino de domingo no Jornal Pequeno bateu como uma uva em resposta ao Senador Sarney que escrevera artigo em seu jornal expondo o que seria a falsa tese da novidade e criticando o novo.
Flávio Dino foi incisivo e expôs, sim, a desfaçatez do grupo Sarney e seu principal líder em uma vez mais propor suposta saída econômica para os problemas do estado afirmando uma vez mais que “agora é a vez do Maranhão”.
E diz isso após 50 anos no poder.
O artigo do senador José Sarney de Domingo uma vez mais toca na ferida do grupo que é o discurso surrado e enviesado do ‘desenvolvimento'. Por não ter base na realidade não consegue mais impor credibilidade como o fizera há quase 50 anos.
O Encontro entre os prefeitos ocorre dentro dessa áurea. Sem tirar nem por.
Quer dizer, será um encontro dentro de um palco político construído por Roseana, Luís Fernando e Hildo Rocha, com muita mídia e badalação, mas sem nenhuma consequência prática para os municípios e suas respectivas populações dentro de um projeto novo de poder.
Estaria usando nessa caminhada todo o staff do governo com o claro intuito de garantir no grupo o fortalecimento e a confirmação de sua candidatura ao governo em 2014 o que certamente será um embate incrível contra Flávio Dino e as forças democráticas, populares, nacionalistas e patrióticas do Maranhão e do Brasil.
Como se sabe Luís Fernando, mesmo a contra gosto do Senador Edson Lobão e de outros poderosos, é o candidato de Roseana ao Governo do estado e do Grupo liderado pelo senador José Sarney.
Até aqui nada de novo pois tudo isso já é público na medida do possível.
Será um daqueles encontros de trabalho em que a puta principal é como garantir a eleição do Secretario Chefe da Casa Civil do gov ernop Roseana governador.
Um encontro em que além de vendedores de pickps Hillux tão luxuosas que preços podem chegar a R$ 200.000,00 e corretores de imóveis vendendo apartamentos milionários na Penísula da Ponta D’Areia, tem-se também a presença de prefeitos de primeira viagem, ainda envaidecidos com a perspectiva de poder adquirida após a eleição, mas muito frágeis politicamente.
Na prática é um encontro usado pelo governo para apresentar novos programas e supostos caminhos para se conseguir acesso aos programas e vultosos recursos financeiros para as prefeituras.
Evidentemente que são programas e recursos do Governo Federal.
É verdade. O governo do estado não tem nada a apresentar aos prefeitos do ponto de vista de criação própria, da terra.
O Maranhão inteiro está perguntando o que teria a dizer o Secretário Luís Fernando aos prefeitos eleitos e reeleitos?
Deverá apresentar sua ‘criatividade’ quando fora prefeito de São José de Ribamar, onde se destacou a partir do sucesso dos programas criados e desenvolvidos nos municípios pelo governo federal? Tática, aliás, falada a três por quatro pelo ex-presidente Lula quando dizia em comícios até que “no Brasil tem muito prefeito esperto que usa as obras do governo federal para se beneficiar politicamente mas não diz que a obra é do governo federal.”.
Aliás, desde que entrou na Casa Civil do Governo Roseana, Luís Fernando vem sendo ungido como ‘o’ candidato do grupo. Tido como 'técnico', entrou em rota de colisão com o Senador Edson Lobão, hoje também Ministro de Minas e Energia do governo Dilma.
Sempre dispondo da a logística do Governo, Luís Fenando Luís Fernando tem realizado eventos regionais com a presença de lideranças e prefeitos que monitoram as demandas do estado e planejam as ações inclusive políticas a partir desses dados.
Quando perguntado sobre declarações recentes da governadora sobre ser ele o candidato ao governo do grupo, Luís Fernando desconversa como se não quisesse comprometer o trabalho, embora supostamente soubesse de tudo.
Aqui, Fernando opera ao lado do Articulador Político do Governo, Hildo Rocha, candidatíssimo a Deputado Federal, como corre nos corredores do Palácio. E atuam, os dois, constituindo e reforçando grupo restrito onde só entra quem compõe o estreito círculo de amizades do Chefe da Casa Civil.
O que dirá Roseana aos prefeitos, então, nem se fala.
Sobretudo pelo desânimo da governadora que como dizem é por conta do processor de cassação que se aproxima e em consequência do reconhecido fracasso de muitos enpreendimentos e investimentos até então anunciados e disseminados pelo governo e sua mídia de maneira até enganosa, pois nada que fora dito até o momento vem sendo cumprido, muito menos como o prometido no período eleitoral.
Roseana deve expor as ‘oportunidades’ de investimentos para o Maranhão.
Detalhe: sempre na casa dos $$$ bilhões $$$. É uma marca do grupo já bastante conhecido dos maranhenses que é apresentar seus planos sempre por meio de grandes projetos, com grandes somas e grandes oportunidades, sobretudo para os empresários. Na prática, nada funciona e no fim é cada um por si e deus por todos.
Nesse ponto aposto que deverá ser reforçado em apreentação do ‘empolgado’ e sempre disponível Secretário de Indústria e Comércio do Estado, o ex-funcionário da ALUMAR, Maurício Macedo.
O artigo do Presidente da Embratur Flávio Dino de domingo no Jornal Pequeno bateu como uma uva em resposta ao Senador Sarney que escrevera artigo em seu jornal expondo o que seria a falsa tese da novidade e criticando o novo.
Flávio Dino foi incisivo e expôs, sim, a desfaçatez do grupo Sarney e seu principal líder em uma vez mais propor suposta saída econômica para os problemas do estado afirmando uma vez mais que “agora é a vez do Maranhão”.
E diz isso após 50 anos no poder.
O artigo do senador José Sarney de Domingo uma vez mais toca na ferida do grupo que é o discurso surrado e enviesado do ‘desenvolvimento'. Por não ter base na realidade não consegue mais impor credibilidade como o fizera há quase 50 anos.
O Encontro entre os prefeitos ocorre dentro dessa áurea. Sem tirar nem por.
Quer dizer, será um encontro dentro de um palco político construído por Roseana, Luís Fernando e Hildo Rocha, com muita mídia e badalação, mas sem nenhuma consequência prática para os municípios e suas respectivas populações dentro de um projeto novo de poder.
Estaria usando nessa caminhada todo o staff do governo com o claro intuito de garantir no grupo o fortalecimento e a confirmação de sua candidatura ao governo em 2014 o que certamente será um embate incrível contra Flávio Dino e as forças democráticas, populares, nacionalistas e patrióticas do Maranhão e do Brasil.
Flavio Dino responde a Sarney e detona: "há quase 50 anos um novato surgia prometendo novidades no lugar do velho coronelismo. Em tantas décadas de poder, teve todas as oportunidades para cumprir seus compromissos históricos e não o fez, sabe Deus por quais motivos.".
Novidade, novo e novato, por Flávio Dino
Na última quinta-feira, comemoramos 123 anos da Proclamação da República em nosso país. Depois de um longo acúmulo de forças insurgentes, derivado de séculos de lutas tais como a campanha abolicionista, a Conjuração dos Alfaiates, a Revolução Pernambucana e a Balaiada, em 15 de novembro de 1889 houve o golpe final contra a Monarquia.
Contudo, ainda que a queda da Monarquia tenha representado um avanço institucional, a República nasceu sob o domínio de oligarquias regionais, pouco ou nada comprometidas com práticas autenticamente republicanas. Assim foi no nosso estado, como narra Barbosa de Godóis em sua História do Maranhão. Desde então se trava uma luta permanente pela edificação de uma máquina pública democrática – que ouça e atenda às demandas da maioria da população – e republicana – que trate a todos os integrantes da sociedade como iguais.
Aqui no Maranhão, a vitória de um projeto democrático e republicano ainda é algo novo. Com efeito, assistimos em nosso estado a exemplos escandalosos dos mais antigos vícios que restam no Brasil. Um deles é o patrimonialismo, com o direcionamento ilegal, para famílias e grupos privados, dos recursos e ações do Estado. Também grassa tristemente em nossa terra o coronelismo, com o controle absoluto da máquina pública por um grupo político, alojando protegidos em todas as estruturas estatais, que tudo fazem para se perpetuar no poder, inclusive lançando mão de chantagens, perseguições e violência.
Tudo isso é ainda mais lamentável porque há quase 50 anos um novato surgia prometendo novidades no lugar do velho coronelismo. Em tantas décadas de poder, teve todas as oportunidades para cumprir seus compromissos históricos e não o fez, sabe Deus por quais motivos. Nada revela mais essa frustração do que a realidade que indigna aos que realmente amam o Maranhão: povo sofrendo em um sistema de saúde que não funciona, juventude sem educação de qualidade, milhares de pessoas indo embora das suas cidades em busca de trabalho, o consumo de drogas crescendo e dizimando esperanças.
São as dores de mães e pais que estão traduzidas em números quando se anuncia que o nosso estado permanece tristemente nas últimas colocações dos indicadores sociais do Brasil, apesar de sermos uma das mais ricas e belas terras de nosso país. Para essa contradição (povo pobre em um estado rico), é necessário encontrar uma solução.
Por isso, com coragem e independência, tenho percorrido todo o Maranhão, convidando as pessoas de todas as idades, gêneros, raças e credos para que construamos um novo projeto de desenvolvimento. Contra esse projeto, diariamente falam as vozes do passado, tentando desqualificar o que lhes assusta e ameaça suas heranças. Não há novidade nisso.
Para a afirmação desse projeto, não temos preconceitos de nenhum tipo: cabem experientes e novatos. Os primeiros contribuem com o saber da experiência vivida. Os novatos oferecem, de sua parte, o salutar desejo de construir novidades. Afinal, por que discriminar os novatos, se a falta de experiência é resolvida pelo decurso do tempo? Aliás, é melhor não ter certas experiências, como o de frequentar jantares em palácios com governantes ilegítimos e notórios agentes do imperialismo, em plena ditadura militar.
Há 200 anos, o filósofo alemão Friedrich Hegel refletia sobre o novo como inerente à vida. Dos confrontos entre uma tese e sua antítese – ou seja, entre duas realidades dissonantes – sempre virá uma síntese: o novo que surge como solução às contradições anteriores. ‘Nada é, tudo vem a ser’ é uma das mais conhecidas frases com que Hegel buscou exprimir a ideia de que a vinda do novo faz parte da história, mesmo que uns não queiram. Assim, vamos adiante, reunindo novatos e não-novatos em uma grande aliança em defesa do Maranhão.
Na última quinta-feira, comemoramos 123 anos da Proclamação da República em nosso país. Depois de um longo acúmulo de forças insurgentes, derivado de séculos de lutas tais como a campanha abolicionista, a Conjuração dos Alfaiates, a Revolução Pernambucana e a Balaiada, em 15 de novembro de 1889 houve o golpe final contra a Monarquia.
Contudo, ainda que a queda da Monarquia tenha representado um avanço institucional, a República nasceu sob o domínio de oligarquias regionais, pouco ou nada comprometidas com práticas autenticamente republicanas. Assim foi no nosso estado, como narra Barbosa de Godóis em sua História do Maranhão. Desde então se trava uma luta permanente pela edificação de uma máquina pública democrática – que ouça e atenda às demandas da maioria da população – e republicana – que trate a todos os integrantes da sociedade como iguais.
Aqui no Maranhão, a vitória de um projeto democrático e republicano ainda é algo novo. Com efeito, assistimos em nosso estado a exemplos escandalosos dos mais antigos vícios que restam no Brasil. Um deles é o patrimonialismo, com o direcionamento ilegal, para famílias e grupos privados, dos recursos e ações do Estado. Também grassa tristemente em nossa terra o coronelismo, com o controle absoluto da máquina pública por um grupo político, alojando protegidos em todas as estruturas estatais, que tudo fazem para se perpetuar no poder, inclusive lançando mão de chantagens, perseguições e violência.
Tudo isso é ainda mais lamentável porque há quase 50 anos um novato surgia prometendo novidades no lugar do velho coronelismo. Em tantas décadas de poder, teve todas as oportunidades para cumprir seus compromissos históricos e não o fez, sabe Deus por quais motivos. Nada revela mais essa frustração do que a realidade que indigna aos que realmente amam o Maranhão: povo sofrendo em um sistema de saúde que não funciona, juventude sem educação de qualidade, milhares de pessoas indo embora das suas cidades em busca de trabalho, o consumo de drogas crescendo e dizimando esperanças.
São as dores de mães e pais que estão traduzidas em números quando se anuncia que o nosso estado permanece tristemente nas últimas colocações dos indicadores sociais do Brasil, apesar de sermos uma das mais ricas e belas terras de nosso país. Para essa contradição (povo pobre em um estado rico), é necessário encontrar uma solução.
Por isso, com coragem e independência, tenho percorrido todo o Maranhão, convidando as pessoas de todas as idades, gêneros, raças e credos para que construamos um novo projeto de desenvolvimento. Contra esse projeto, diariamente falam as vozes do passado, tentando desqualificar o que lhes assusta e ameaça suas heranças. Não há novidade nisso.
Para a afirmação desse projeto, não temos preconceitos de nenhum tipo: cabem experientes e novatos. Os primeiros contribuem com o saber da experiência vivida. Os novatos oferecem, de sua parte, o salutar desejo de construir novidades. Afinal, por que discriminar os novatos, se a falta de experiência é resolvida pelo decurso do tempo? Aliás, é melhor não ter certas experiências, como o de frequentar jantares em palácios com governantes ilegítimos e notórios agentes do imperialismo, em plena ditadura militar.
Há 200 anos, o filósofo alemão Friedrich Hegel refletia sobre o novo como inerente à vida. Dos confrontos entre uma tese e sua antítese – ou seja, entre duas realidades dissonantes – sempre virá uma síntese: o novo que surge como solução às contradições anteriores. ‘Nada é, tudo vem a ser’ é uma das mais conhecidas frases com que Hegel buscou exprimir a ideia de que a vinda do novo faz parte da história, mesmo que uns não queiram. Assim, vamos adiante, reunindo novatos e não-novatos em uma grande aliança em defesa do Maranhão.
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