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Nicolas Maduro, Presidente da Venezuela |
Maduro fez o anúncio no Palácio de Miraflores, sede do governo, em Caracas. O presidente venezuelano pediu que a população “assuma o desafio de combater a violência fascista”, formando também Comandos Populares Antigolpe. Ele afirmou ainda que “para derrotar a direita” é necessário utilizar “toda a força do Poder Popular que respalda a Revolução Bolivariana e Socialista” na Venezuela.
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Reuters Manifestantes opositores fazem barricadas na Praça Altamira em Caracas |
San Cristóbal, capital do estado Táchira, sofre com o desabastecimento e, segundo algumas agências de notícias, com um suposto corte nos serviços de internet e de telefonia celular. O ministro de Energía, Jesse Chacón, disse públicamente que “atos de vandalismo” originaram danos materiais aos bens do Sistema Elétrico Nacional (SEN).
Maduro insistiu que há um plano de golpe de Estado em curso na Venezuela, mas afirmou que “a Revolução bolivariana vai triunfar por meio da Constituição e das leis”. A mesmo tempo, o chefe de Estado instou o diálogo e reiterou que “o governo bolivariano é um governo da rua, de diálogo permanente, popular”.
Por fim, o mandatário fez um chamado aos organismos judicias para que garantam que cada um dos responsáveis pelos atos de violência sejam apresentados diante dos tribunais nacionais.
Da redação do Vermelho,
Com informações da Telesur e da AVN
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